Ir para página principal

Mais de 4 mil famílias são amparadas pela campanha Solidariedade em Rede

A iniciativa Solidariedade em Rede, que leva amparo aos mais pobres neste tempo de pandemia e de seus desdobramentos econômicos alcança números expressivos, que refletem as boas ações de voluntários, pessoas solidárias, em muitas comunidades de fé.
 
São máscaras doadas, cestas básicas, kits de higiene, atendimento psicológico, jurídico e muitas outras boas ações, em 15 cidades da Região Metropolitana, incluindo Belo Horizonte,  num total de 88 locais entre paróquias, projetos e escolas da Arquidiocese de Belo Horizonte.
 
Confira os números: 
 
FAMÍLIAS BENEFICIADAS
 
Até o momento são 4.217 famílias beneficiadas, cerca de 14.759 pessoas. Sendo que mais de 200 famílias já foram apoiada por mais de uma vez.
 
————————————–
 
DOAÇÕES
 
Ao todo a campanha já recebeu mais de 8.500 cestas básicas, sendo que dessas, 4.475 já foram entregues. Além de centenas de alimentos diversos; materiais de limpeza; material de higiene pessoal; e milhares de equipamentos de proteção individual máscaras e luvas.
 
————————————–
 
VOLUNTÁRIOS
 
Temos cadastrado mais de 193 voluntários que se ofereceram para fornecer orientação jurídica e psicológica para as famílias acompanhadas, além de auxílios em geral de organização, recepção e distribuição de donativos. Sem contar os paroquianos(as) voluntários permanentes que atuam nas paróquias que são ponto de distribuição
 
————————————–
 
ORIENTAÇÃO JURÍDICA
 
322 famílias solicitaram orientação jurídica (trabalhista, acesso a políticas públicas ou violação de DH), dessas 227 já receberam a orientação solicitada.
 
————————————–
 
ORIENTAÇÃO PSICOLÓGICA
 
218 famílias solicitaram orientação psicológica e estão em acompanhamento.
 
————————————–
 
A iniciativa Solidariedade em Rede foi apresentada pelo arcebispo metropolitano, dom Walmor Oliveira de Azevedo, no dia 12 de abril, Domingo de Páscoa. As Paróquias, unidas, estão oferecendo ajuda aos mais pobres, a partir do trabalho de sacerdotes, diáconos, consagrados, religiosas, voluntários,  de diferentes lugares da Capital e da Região Metropolitana. A ideia é constituir pontos de amparo que estejam próximos dos mais pobres, de modo descentralizado, em rede.