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Na opinião dos católicos de Belo Horizonte, o próximo presidente deve combater a pobreza e o desemprego no país

Por Anderson Pereira*

Combater a desigualdade social, priorizar políticas que gerem emprego e renda e melhorar a educação do país. Essas devem ser as prioridades do próximo candidato à presidente da República nas eleições de 2022, na opinião dos fiéis da Arquidiocese de Belo Horizonte que participaram da Pesquisa sobre formação política.

O estudo foi apresentado pela socióloga Lílian Daniela, da equipe da Escola de Formação Política de Cristãos Humanistas da PUC-MG, durante o 6° Encontro Arquidiocesano de Fé e Política.

Questionados também sobre os temas que devem ser priorizados nas atividades de formação política promovidas na Arquidiocese para o ano eleitoral de 2022, a maioria julgou três como fundamentais. São eles: importância da participação dos cristãos no processo eleitoral; importância do processo eleitoral para a garantia dos direitos humanos, sociais e políticos; e a importância do processo eleitoral para a garantia da democracia no Brasil.

Os dados foram coletados ao longo de um mês, entre outubro e novembro, por meio de formulário divulgado pelas redes sociais. O foco foram os agentes de pastorais e de movimentos sociais e os membros do clero. A amostra aleatória contou com 217 respondentes em todas as regiões da capital.

O 6° Encontro Arquidiocesano de Fé e Política, realizado no sábado (27/11) de forma virtual, acontece a cada dois anos e foi realizado em parceria com o Vicariato de Ação Social, Política e Ambiental (Veaspam) e com o Coletivo de Fé e Política na Arquidiocese de Belo Horizonte.

*com informações da PUC-MG